Um grande abraço por terem acreditado.
Convidamos todos os autores a participarem nos nossos novos projectos literários em formação:
(Clique nos links e visite os blogues e os regulamentos de ambos os projectos).
Editorial Minerva e os autores têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da POIESIS - antologia de poesia e prosa-poética portuguesa contemporânea, Volume XX, 60 autores, a realizar no dia 5 (Sábado) de Novembro de 2011 pelas 15:30 horas em:
![]() |
|
Apresentação dos autores e da obra pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues. Todos os autores interessados terão oportunidade de uma breve intervenção. Selecção e leitura de dois poemas da obra por von Trina. Apontamento de dança contemporânea - «Exercício Jack» - por Elisa Ferreira.
Gratos pela honra da comparência
Será servido um Licor de Honra
|
AUTORES |
|
|
Adelaide Carmona Neto Amaral Jorge Ana Paula Mabrouk Ana Wiesenberger António Boavida Pinheiro António Gallobar António Peneda António Sousa Moreira Aristides Victor Aurélio Barata Vivas Beatriz Barroso Bernardete Costa Carlos Costa Carvalho Marques David Marcos Borralho Pereira Delmar Maia Gonçalves Elisa Ferreira Elsa.M Emílio Lima Fátima Vivas Felisbela Fontes Fernanda Lúcia Fernando Augusto E. Resende Fernando Miguel Moreira Gilberto Santos Ilda Pinto Almeida Irondina Viegas Isabel Sá Lopes Ivone de Queiroz Jesus Varela
|
João Brito Sousa José António de Sousa Pinto José Branquinho José Marques Júlio Mendes “Jumé” Lúcia Lupenny Rodrigues Luís Pedras Luísa Ferreira Redondo Mafalda S S Vidal Manuel José Caria Gonçalves Maria do Céu S. Maria Correia Maria Helena Dinis Prata Tomás Maria João de Carvalho Martins Maria Paula Maurício Maria Petronilho Maria Teresa Varela Cid Maria Victória Rodrigues Pereira Miguel Portela Moreira Balde Paulo Matos Pedro Belo Clara Piedade Araújo Sol Roberto Tavares Rosélia Maria Guerreiro Martins Rubenita Neves Rui Ramalho Sérgio Fonseca Severino Moreira Sónia Carvalho
|
|
Páginas: 224 |
|
E voltou a “acontecer poesia”, isto é, POIESIS – Volume XX (o último), antologia que inclui também alguns autores da CPLP bem como autores portugueses residentes no estrangeiro. Sejam bem-vindos à leitura e fruição desta obra colectiva que, quer queiramos quer não, conquistou um merecido lugar no “panorama literário português”, seja lá isso o que for.
POIESIS foi uma obra de continuação, consolidação, luta e resistência para um número apreciável de autores e também uma oportunidade de publicação para muitos outros; também por isso, uma parte do que aqui se encontra, são experiências literárias com óbvias diferenças técnicas, estilísticas, estéticas, intenção e sentido (...). Seria muito difícil e provavelmente inútil, desconstruir e analisar manchas criativas de tão grande e diversa subjectividade, experimentação e procura (do graal de cada um). Não vamos por aí.
A obra em presença resulta de uma comum paixão; não é apenas um espaço de divulgação poética e para-poética com ecletismos, “ecumenismos”, nostalgias, futurismos, diferenças, atitudes, descobertas, revelações... pretende também e mais do que tudo, aferir, “fazer-desenvolver” e facultar uma alternativa intercultural e se possível transcultural, estabelecendo um sistema global de comunicação, de crítica e debate - ser alternativa, dar expressão e sentido aos processos criativos em Língua Portuguesa.
E porque há coragem, sonho, amor, vontade de partilha, cumplicidades, mistérios, encantamentos, desejos..., ficou menos tímida e um pouco mais ousada, a Musa oculta e irregular que habita a espiritualidade dos homens.
Porque escrever é um acto de solidão e porque publicar é sempre um acto de resistência, de muita coragem e ousadia, um renovado e intenso abraço a todos os autores que - ao longo destes anos desde 1999 (Volume I) - tornaram possível este projecto até este último Volume XX.
AR Produções - Vídeo de Célia Cadete - Actuação de Paula Duque.
(Esta canção, cuja letra se encontra na página 145 da POIESIS
Vol. XIX, intitula-se «FADO DO AMARAL» e foi inspirada no poema
«O Amor nunca é plebeu» do poeta Carlos Amaral, autor da obra
«DESFLORAR DA FLOR DE SAL», Editorial Minerva, Maio de 2010).
AR Produções - Fotografias de Célia Cadete
Vídeo autorizado pelo autor António Gallobar
Editorial Minerva e os autores têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da POIESIS - antologia depoesia e prosa poética portuguesa contemporânea,Vol. XIX, 51 autores, a realizar no dia 5 (Domingo) Dezembro de 2010 pelas 15:30 horas em:
AUDITÓRIO CARLOS PAREDES
Junta de Freguesia de Benfica
Avª Gomes Pereira, 17 – Benfica – Lisboa
Apresentação dos autores e da obra por Ângelo Rodrigues. Todos os autores interessados terão oportunidade de uma breve intervenção. Selecção e leitura de três poemas da obra por Zélia Filipe e von Trina. Momento musical por Paula Duque (canções).
Páginas: 192
Formato: 21 x 14,5 cm
Coordenação literária por Ângelo Rodrigues
Texto sobre a antologia por Sérgio Fonseca
Pintura da capa pelo artista plástico Miguel d’Hera
AUTORES:
|
Amaral Jorge Cândida Galveias Carlos Costa Carvalho Marques David Marcos Borralho Pereira Diogo Gonçalo de Nunes Elsa.M Emílio Lima Fernanda Lúcia Francisco Paulino Francisco Silva Irondina Viegas Isabel Valentino João Gama José António de Sousa Pinto Lúcia Lupenny Rodrigues Luís Filipe Rodrigues Manuel Moraes |
Maria do Céu S. Maria Correia Maria Helena Dinis Prata Tomás Maria Teresa Varela Cid Maria Victória Rodrigues Pereira Mariana Alves Mário Vieira Natália Nuno Norberto do Vale Cardoso Paula Duque Pedro Belo Clara Roberto Tavares Rosélia Maria Guerreiro Martins Rubenita Neves Severino Moreira Teresa Maia Valentina Silva Rato Walter A. Silva
|
AR - Produções - fotos e vídeo de Célia Cadete
Páginas: 208
Formato: 21 x 14,5 cm
Pintura da capa do artista plástico Pais Garcia
Editorial Minerva e os autores têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da POIESIS - antologia de poesia e prosa poética portuguesa contemporânea, Vol. XVIII, 53 autores, a realizar no dia 27 (Sábado) de Fevereiro de 2010 pelas 16:30 horas em:
AUDITÓRIO CARLOS PAREDES
Junta de Freguesia de Benfica
Avª Gomes Pereira, 17 – Benfica – Lisboa
Apresentação dos autores e da obra por Ângelo Rodrigues. Todos os autores interessados terão oportunidade de uma breve intervenção. Selecção e leitura de três poemas da obra por Zélia Filipe e von Trina. Momento musical (canções) por Cristina Estrompa.
Gratos pela honra da comparência
Será servido um Porto de Honra
AUTORES
Adelaide de Freitas
Ana Paula Mabrouk
Carlos Barroso
Carlos Costa
Carolina Taveira
Carvalho Marques
Cátia Santos
Eduardo Augusto Andrade
Elsa.M
Emílio Lima
Helena Vidal
Herlander Carvalho
Irondina Viegas
Isabel Valentino
João Francisco da Silva
José António de Sousa Pinto
José Branquinho
Lúcia Lupenny Rodrigues
Luís Filipe dos Santos Rodrigues
Luísa Ferreira Redondo
Manuela de Sousa
Maria do Céu S.
Maria David
Maria Flor
Maria Helena Dinis Prata Tomás
Maria Victória Rodrigues Pereira
Natália Canais Nuno
Natália Patrício
Pedro Belo Clara
Roberto Tavares
Rosélia Maria Guerreiro Martins
Rute Silva
Sara Madaleno
Sérgio Fonseca
Severino Moreira
Shinya Jordão
Valentina Silva Rato
Actuação da AnimaTuna na apresentação pública da antologia POIESIS, vol. XVII
Auditório Carlos Paredes em Lisboa em 14 de Março de 2009
O volume XVII do projecto POIESIS, terá 224 páginas.
CAPA
MARCADOR
Ângela Constantino
Editorial Minerva e os autores têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da POIESIS - antologia de poesia e prosa poética portuguesa contemporânea, Vol. XVII, 61 autores*, a realizar no dia 14 (Sábado) de Março de 2009 pelas 16 horas em:
Dedicado a todos os autores do projecto POIESIS.
Poema e música de Angelo Rodrigues.
Amigos:
Os poetas não prestam? ............. Não!
Os poetas cheiram mal? ............. Cheiram!
Os poetas são execráveis?............ São!
Abaixo os poetas? ....................... Abaixo!
Morram os poetas? ..................... Morram!
Abaixo os chatos! Abaixo os esotéricos!
Morte à cabala e a quem a declamar!
Que morram os poetas ............... Todos
Mas amigos:
- Que fique a poesia!
- Que fique o amor!
- Que fique a palavra
O sonho
A tesão!
Que fique Pasolini e o «Maravilhoso Direito à Interioridade»
Que fique a »Arte subversiva e insubmissa,
Que pode incendiar cidades ou encher corações» do Tolentino Mendonça!
Que fiquem o Abílio Sampaio e o Ângelo Rodrigues Porque sim!
Que fiquem o Jafga e o Von Trina.............. Porque não!
Que fiquem os poetas tolos ........................ que já não resistem!
Que fiquem apenas os mais tolos .............. que agora atacam!
Viva a beleza!
Viva a alegria!
Viva a fantasia!
Vivam os espíritos inquietos! Viva! Viva! Viva!
Morte à mordaça e ao Dantas!
Morte à ditadura e à ditamole!
Morte à uniformização pedófila marreca e zarolha!
A uniformização é venérea? .............................. É!
A uniformização é globalmente culta?
A cultura é uniformemente global?
A globalização é uma cultura uniforme? ........... Não! Três vezes não!
Morram os mortos ........................................
Morram os vivos ........................................
Viva a vida ..... viva a coragem .... viva a fantasia
Amigos:
Tenham esperança!
«(...)
Em pé hás-de ficar... pela eternidade...
A bravura e o sublime que te resumem, serão sempre teus...
a areia, o vento, as ondas, vão e vêm...
ad eternum voláteis hão-de ser...
(...)»
(Pequeno excerto do poema «APARIÇÃO», POIESIS - vol. XVI, pág. 174)
Sauda-se esta postura (Editorial Minerva) que certamente vai galgar fronteiras e transmitir ao exterior aquilo que se vive na paróquia lusitana.
A democracia ignora os poetas portugueses. Não em si mesma porque ela é saudável. Mas por aqueles que na hora que passa, se deslumbram com o trono do seu próprio umbigo.
Barroso da Fonte
Como falar de poesia sem corromper as palavras, ou antes, como corrompê-las sem romper as lógicas da racionalidade em que se articulam os signos.
A poesia tem surgido como um modo de ter e de dar voz, constituindo-se como um lugar de resistência. Um lugar onde o silêncio é recriado e se transforma em grito.
É um olhar que se lança, olhar para quem as coisas existem e se impõem em veracidade e essência, em múltiplas verdades e numa multiplicidade de essências aprendendo um novo olhar sobre o Eu e sobre o Outro.
Eunice Macedo